Salto alto pra dirigir Pode?

Dirigir de salto nem sempre é uma infração, depende do tipo utilizado. No Código Brasileiro de Trânsito consta que é proibido conduzir o veículo com calçados que não se fixem aos pés, ou seja, se o seu salto estiver preso ao calcanhar, não é um problema. No entanto, o salto pode causar dificuldades para realizar alguns movimentos, ele pode travar e dificultar um procedimento simples, como pisar na embreagem, freio ou acelerador. Por essas e outras, salto alto não é o calçado mais indicado para dirigir.

Agora, rasteirinhas, chinelos e sapatilhas que não tenham fundo no calcanhar são proibidos e configuram, sim, uma infração, considerada média, que contam 4 pontos na carteira e uma multa chega a R$130,16.

Usar chinelos e sandálias na hora de dirigir é errado. De acordo com a legislação, é infração de trânsito o uso de calçados que não se firmem no pé ou que comprometam a utilização dos pedais. Ou seja, estão proibidas sandálias do tipo plataforma, ou de salto, e outras que não sejam fixadas nos calcanhares e tornozelos. Portanto, o recomendado nesses casos é conduzir com os pés descalços para ter mais segurança na hora de utilizar os pedais. Fonte (Detran – PR)

Mas, então, qual o melhor calçado para dirigir? Quais atitudes podem ajudar e quais irão atrapalhar?

Evite o salto, leve sempre um sapato mais confortável…

Você provavelmente já deve ter visto esses novos sapatinhos que estão sendo usados por aí, estilo alpargata. Para direção eles são ótimos. Macios, confortáveis e não prejudicam a execução de qualquer movimento que deseje realizar. Não são caros e podem ser uma excelente opção para deixar no carro. Quer ir trabalhar de salto? Tudo bem. Mas, enquanto estiver no volante, por que não usar a alpargata? É muito mais seguro.

Dirigir em ponto morto economiza gasolina?

Com a alta no preço do combustível, a economia logo vem a mente pois abastecer o veículo é uma necessidade.

A preferência por carros econômicos é a busca da maioria dos consumidores. E se o carro já vier de fábrica, melhor ainda. E duvido quem nunca ter feito o teste ou uso do ponto morto em muitas situações de economia, será isso uma lenda que dizem que dirigir o carro em ponto morto economiza a gasolina?

Isso tem gerado uma grande discussão com muitas opiniões bastante contrárias – e até mesmo contraditórias. Para ­­­­­responder a esta pergunta é preciso entender um pouco da história.

De onde surgiu essa dúvida?

Nos tempos do carburador, o sistema do motor era totalmente mecânico. Nos anos 1990 isso mudou com a chegada da injeção eletrônica – o que deu um salto enorme quanto ao gasto de combustível e desenvolvimento desse sistema específico como um todo.

A resposta dos carros foi mais imediata a partir do uso dos computadores. Muitos motoristas acham que se desligarem o motor e descerem em ponto morto utilizarão menos combustível, mas muitos  especialistas não concordam com isso. A explicação está na função da embreagem: fazer a comunicação entre o sistema de transmissão e a caixa de marcha.

A injeção eletrônica faz com que as mensagens que são enviadas ao computador continuem a enviar combustível mesmo quando o carro está em movimento.

Somente quando se aciona a quinta marcha é que a rotação sobe de 1500 a 2000 RPM e aciona o sistema cut-off, que entende que o motor está funcionando por meio de um embalo – e sem a aceleração, a passagem do combustível é cortada.

Eles dizem ainda que a única real economia de combustível acontece quando se tira o pé do acelerador por completo – e então, com o carro em movimento, pode-se  economizar no uso do combustível que já existe no tanque.

Mas o que parece ser vantagem pode não ser. Bom lembrar que existe um risco quando se anda em ponto morto, que é a comunicação entre roda e motor ficar parada. Neste caso, o motorista perde muito do seu controle sobre a direção – e não poderá se utilizar do volante tão prontamente.

Sem falar na infração de trânsito. Andar em ponto morto pode render ao motorista a perda de 4 pontos na carteira e uma multa de R$ 85,13 – com riscos de retenção de veículo. Será que vale correr tanto risco assim?

Porque hoje é dia internacional da mulher?

As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Fontes:

Bibliografia
“As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres”.

Blog Nova Escola

20 CARROS MAIS VENDIDOS EM 2016 E 2017

 

O Chevrolet Onix terminou o mês o ano passado (2016) mantendo a liderança de vendas no Brasil, seguido por Hyundai HB20 e Ford Ka. Entre as primeiras colocações, destaque para a queda da Fiat Strada, que recuou cinco colocações, e do Chevrolet Prisma, que apresentou queda de duas posições. A informação foi divulgada hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Entre os SUVs, Jeep Renegade e Compass continuam próximos – o Honda HR-V permanece como líder entre os mais vendidos do segmento. Por pouco, o novo Hyundai Creta (21º) entraria no top 20. Entre os subcompactos, Fiat Mobi continua na frente do Volkswagen up!, por quatro posições. A Fiat Toro se sobressai entre as picapes, após subir quatro posições, já a Toyota Hilux deixa a lista.

Apesar de estes modelos terem se destacado, vale lembrar que o mercado de automóveis recuou de novo. Segundo os dados divulgados pela Fenabrave, foram vendidos 132.405 unidades em fevereiro. O número representa queda de 7,7% em relação a janeiro deste ano e 6,8% em relação a fevereiro do ano passado. No acumulado do ano, o recuo foi de 5,42%.

Para o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, além dos dias úteis a menos em fevereiro, o resultado do mês ainda é efeito da sazonalidade de início de ano, onde as vendas, historicamente, são mais baixas.  A previsão da entidade para 2017 é crescimento de 2,04% para os segmentos de automóveis e comerciais leves.

Os 20 carros mais vendidos em janeiro de 2017

1º Chevrolet Onix – 11.980 unidades
2º Hyundai HB20 – 6.521 unidades
3º Ford Ka – 5.765 unidades
4º Volkswagen Gol – 4.564 unidades
5º Renault Sandero – 4.181 unidades
6º Honda HR-V – 3.594 unidades
7º Fiat Toro – 3.582 unidades
8º Toyota Corolla – 3.469 unidades
9º Chevrolet Prisma – 3.368 unidades
10º Fiat Strada – 3.289 unidades
11º Volkswagen Fox/CrossFox – 3.156 unidades
12º Fiat Palio – 3.082 unidades
13º Fiat Mobi – 3.049 unidades
14º Volkswagen Saveiro – 2.992 unidades
15º Jeep Renegade – 2.951 unidades
16º Jeep Compass – 2.719 unidades
17º Volkswagen up! – 2.666 unidades
18º Toyota Etios hatch – 2.656 unidades
19º Volkswagen Voyage – 2.442 unidades
20º Honda Civic – 2.429 unidades

 

Fonte: AUTOESPORTE